Dinheiro na Mesa das Companhias Aéreas
Viajando a trabalho, percebi algo curioso nas companhias aéreas: cada uma possui um gabarito diferente para o tamanho da mala de mão. Até aí, tudo bem. Isso acontece porque cada aeronave tem um compartimento interno com medidas específicas.
O que realmente me chamou atenção foi outra coisa. Se cada empresa já define o tamanho ideal da mala para sua frota, por que nenhuma delas criou a própria mala oficial, já adequada às suas aeronaves?
É uma oportunidade clara de negócio.
Malas padronizadas, aprovadas pela companhia, sem risco de ser barrada no embarque. O passageiro compraria com tranquilidade, sabendo que aquela mala foi pensada exatamente para aquele avião.
Mais do que isso: seria um produto de marca.
Imagine malas e maletas oficiais, com design exclusivo, qualidade premium e a identidade visual da companhia. Nem mesmo os comissários, hoje, utilizam malas padronizadas com a marca da empresa. É um espaço totalmente aberto para branding e geração de receita.
Na prática, é dinheiro deixado na mesa.
Uma solução óbvia, que resolve uma dor real do cliente e ainda fortalece a marca. Acredito que, justamente por ser tão óbvio, em breve veremos companhias lançando suas próprias linhas de malas e acessórios de viagem.
Quem sair na frente vai transformar um simples problema operacional em um grande produto.
@latamairlines
@goloficial
@azulinhasaereas
@americanair
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